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40º Aniversário do Grupo de Oração Água Viva

Água Viva comemorou na Igreja de Lordelo do Ouro o seu XL aniversário a 14 de Abril de 2015 pelas 21H30,com Eucaristia de acção de graças e a Adoração ao Santíssimo Sacramento.

Sentimo-nos profundamente reconhecidos perante Deus, Nosso Senhor que nos permitiu viver mais um ano e o Seu Espírito enche-nos de alegria por estarmos a comemorar mais um ano.
Água Viva foi o primeiro grupo de oração na diocese do Porto, conforme foi lido pelo coordenador do grupo, antes do início da celebração com um pequeno historial da formação do grupo, o qual começou na Foz onde se reunia e passou para uma sala da Igreja de Lordelo do Ouro, onde se reúne todas as semanas as terças-feiras pelas 21h30.
Foi e é um ponto de encontro, de aprendizagem e partilha de muitos que chegaram e de muitos que saíram mas, cada um que passou pela Água Viva levou um pouco de nós mesmos, e deixou também um pouco de si. Recordamos e queremos prestar homenagem a todos aqueles que passaram por este grupo de oração e já partiram para o Pai.
Para todos eles, a nossa eterna saudade.
Foi celebrante o Sr. Padre Artur, tendo como concelebrantes o Sr. Padre Nuno e o diácono Guilherme.
Na sua homilia o Sr. Padre Artur, focou três pontos principais Da primeira leitura dos actos dos apóstolos, referiu a comunidade de Jerusalém como uma comunidade modelo que as nossas comunidades deviam copiar com mais solidariedade, colaboração, fraternidade e comunhão.
No Evangelho de São João, destacou dois pontos, o primeiro sobre o vento que sopre onde quer e tu ouves a sua voz, mas não sabes de onde vem nem para onde vai. Acontece com todo aquele que nasceu do Espírito.
A Igreja tem bastantes grupos e associações e não podemos eleger o melhor. Todos eles são frutos do Espírito e todos eles estão ao serviço da Igreja e contribuem para o bem comum.
O Espírito de Deus é livre, não está amarrado em nada e em ninguém. Viver segundo o Espírito, produzindo os seus frutos (Gl 5,22),é deixar-se conduzir, sem amarras, barreiras ou fronteiras.
O último ponto sobre a necessidade de que o Filho do Homem seja erguido ao alto, a fim de que todo o que nele crê tenha a vida eterna. Elevado na cruz e na ressurreição, Jesus revela-se como Aquele em Quem havemos de acreditar. Há pois que acolher as suas palavras sobre o Pai e sobre a vida eterna, a verdadeira vida. E, tendo acreditado, havemos de dar testemunho.
Os cristãos, têm de buscar a perfeição e criar um ambiente que promova o progresso espiritual de cada um e esforçar-se por melhorar o seu relacionamento com os irmãos e com Deus.
Após a eucaristia passamos a Adoração ao Santíssimo em silêncio e com varias leituras alusivas ao período pascal.
Terminamos com um convite a todos os presentes para um convívio entre todos com a abertura do bolo de aniversário e os parabéns pelo 40º Aniversário.
Não podemos deixar de apresentar os nossos agradecimentos ao Sr. Padre Artur ao Sr. Padre Nuno ao nosso diácono Guilherme, aos membros da equipe diocesana, responsáveis dos grupos de oração, e demais membros, ao grupo coral dos jovens do rcc da nossa diocese, pela sua alegria disponibilidade e animação e a todos os que tornaram possível esta festa, o nosso muito obrigado.
Ficamos reconhecidos e alegres por todos aqueles que impulsionados pelo Espírito tem sabido através dos seus dons e carismas dar-nos a orientação a sabedoria e o discernimento de nos guiar pelo Espírito Santo.

A todos bem hajam e que Deus os abençoe.

Grupo de Oração Água Viva - 6-5-2015

Colocado por Administrador em 06/05/2015


XL Assembleia Diocesana

XL Assembleia Diocesana - 17, 18 e 19 de abril de 2015 (Casa Diocesana de Vilar) Inscrições: email para secretariado@rccporto.com ou no dia na Casa Diocesana de Vilar. Pode consultar programa em http://www.rccporto.com

Colocado por Administrador em 11/04/2015


2º Domingo Fevereiro 2015

É com a alegria estampada no rosto que vamos chegando para um novo encontro de irmãos.
Animados e conscientes que algo de bom vai acontecer, que algo de bom Deus tem para nós.
O som dos cânticos de animação e a interação de uns com os outros, prepara-nos para acolher o Espírito Santo que nos leva a um encontro íntimo com o Senhor nosso Deus, intimidade que nos dá a certeza que o Senhor vai entrar, tomar conta das nossas dificuldades e fazer brilhar em nós a esperança.
O Evangelho deste Domingo (o V do Tempo Comum) diz-nos: «Jesus curou muitos enfermos atormentados por diversos males».
Depois da invocação do Espírito Santo e, porque a Palavra nos conduzia à oração de libertação, assim aconteceu.
Após a oração, o Dr. José Luís convidou os irmãos doentes a aproximarem-se, tendo o Sr. Padre Nuno rezado individualmente, impondo as mãos sobre cada um deles.
Sem querer enaltecer, não posso deixar de mencionar o ato de humildade do nosso assistente, que, ao jeito de Jesus, valorizou a oração das crianças, ao convidar uma criança a rezar por ele!
Acreditamos que nesta oração de libertação o Senhor fez maravilhas!
É necessário que partilhemos as maravilhas que o Senhor faz, para Seu engrandecimento e nosso crescimento na fé. Lembremos:« Uma luz não se acende para pôr debaixo do alqueire».
Foi em ambiente de festa e júbilo que entramos no momento alto da tarde: a eucaristia.
A dinâmica da primeira parte do encontro já nos tinha colocado diante da ação de Jesus. «Os doentes e atormentados já tinham sido levados a Jesus».
O evangelho fala-nos na cura da sogra de Simão. «A sogra de Simão estava de cama e com febre... Jesus aproximou-Se, tomou-a pela mão e levantou-a. A febre deixou-a e ela começou a servi-los».
O Pe. Nuno, na homilia, chamou a nossa atenção para a inércia de que muitas vezes padecemos!!!
«Jesus curou a sogra de Simão e de imediato, ela começou a servi-los; deu testemunho da sua cura, na ação, ao serviço dos irmãos.»
Na segunda leitura, através da carta aos Coríntios, S. Paulo diz-nos: «Ai de mim se não evangelizar.»
Fé, testemunho, ensino e maturidade é o que nos pede a Palavra.
Ser maduro na fé, é ter coração de criança!!!

E. C. - 11-3-2015

Colocado por Administrador em 11/03/2015


Ecos 2º Domingo Janeiro 2015

No domingo, dia 11 de Janeiro, foi mais um dia de encontro de irmãos em Jesus Cristo, vindos de toda a diocese.
Acolhidos pelos irmãos do ministério do acolhimento e em simultâneo pelo ministério da música, íamos entrando naquela que, para nós, nessa tarde, ia ser a casa de Deus.
Aí fizemos encontro, certos que cada encontro é novidade, é alegria.
Neste Domingo celebramos o Batismo do Senhor.
A Igreja encerra o ciclo litúrgico do Natal com a celebração do Batismo do Senhor.
Para que todos revivêssemos e fizéssemos memória, estavam expostos os símbolos usados no rito batismal.
>A Água.
>Os Óleos.
> A Veste Branca.
> A Luz.
Sobre cada Símbolo, foi dada uma breve explicação. Como e porquê, no batismo, somos ungidos e marcados por este sacramento, que é o 1º dos sacramentos.
Era interessante que alguém batizado em adulto, desse testemunho dessa experiência. O convite foi feito. Não havia ninguém!
Escutamos, então, o testemunho da Renata, que viveu de forma consciente, esse momento importante na sua vida, por ter sido batizada aos 9 anos.
A Renata terminou o seu testemunho falando de como Deus age, através das crianças.
A partilha que se seguiu revelou-nos isso mesmo!
Uma criança de dois anos (a Eva) foi casualmente a uma Eucaristia, ficou de tal forma atraída que não descansou enquanto os pais não se decidiram a batizá-la.
Toques de Deus? Desígnios de Deus? Só Ele sabe!
A nós, basta-nos estar abertos à ação do Espírito Santo. « Com coração de criança.»
É na Eucaristia que Deus se aproxima de nós, duma forma mais intima e sublime.
Na homília, o celebrante lembrou-nos que, hoje, é na Trindade que somos batizados.
«Vai chegar depois de mim quem é mais forte do que eu, diante do qual, eu não sou digno de me inclinar para desatar as correias das Suas sandálias. Eu batizo-vos com água, mas Ele batizar-vos-á no Espírito Santo.»
E dizia o Padre Nuno: « Jesus chegou e como os demais, colocou-se na fila. Era mais um entre os muitos que esperavam a sua vez.
Foi o próprio Deus que O revelou ao dizer: «Este é o Meu Filho muito amado» e o Espírito Santo desceu sobre Ele, em forma de pomba.
São sete, os símbolos do Espírito Santo. Porquê expressamente a pomba neste momento!
A pomba faz ninho; ande por onde andar, volta sempre ao seu ninho.
O ninho da pomba (Espírito Santo) é o coração dos homens.
É do coração dos homens que irradia o amor, a complacência que o próprio Deus colocou em Jesus.»
Deus é infinitamente Bom e Misericordioso! Vivamos intimamente com Ele, na alegria da Esperança.
Não façamos do batismo uma imposição, mas uma oferta da Graça.

E. C. - 10-3-2015

Colocado por Administrador em 10/03/2015


Notícias Grupo de Jovens

Foram inseridas novas noticias do Grupo de Jovens do RCCPORTO. Pode visualizar através do endereço: http://www.rccporto.com/index.php?cat=noticias_jovens

Grupo de Jovens RccPorto - 20-1-2015

Colocado por Administrador em 20/01/2015


Ecos 2º Domingo Dezembro 2014

Neste 3º Domingo do Advento, a Liturgia mostra-nos onde se encontra a alegria dos cristãos, sendo por isso este dia denominado o Domingo da Alegria. «Vivei sempre alegres.», diz-nos S. Paulo na sua primeira carta aos Tessalonicenses. (1Tes.5,16) Foi com alegria que os irmãos foram entrando na sala. Convidados a colocar uma prenda junto da imagem do Menino, todos participamos alegremente no que, para nós hoje, é Natal! Com esta atitude, o Menino ia sendo escondido, ficando encoberto pelos embrulhos enfeitados com laços e papel colorido! A intenção na preparação deste cenário era, precisamente, levar-nos a perceber que, em muitas situações da nossa vida, fazemos exatamente o mesmo: colocamos enfeites de toda a ordem para embelezar e tornar atraente as coisas do mundo, não deixando que brote o Divino que existe em todos nós. Foi um bom exercício para ficarmos a perceber que o Divino só se revela, só se torna visivel ,quando retiramos tudo o que nos impede de O ver! Esse trabalho foi do grupo de jovens, que, calcaram aos pés o que é supérfluo, o que nos impedia de ver Aquele por quem nos juntamos: “O Menino Jesus.” O ministério da música embelezou o momento que vivemos, conduziu-nos à interiorização, ao convívio interior com a Pessoa do Espírito Santo, a deixarmo-nos tocar pela força da oração, que, nesse dia, o Espírito do Senhor conduziu e direcionou para a libertação. À distância do tempo entre os acontecimentos relatados e este momento em que transcrevo, houve vários testemunhos de Graças recebidas. Fica a exortação! Para Glória do Senhor, e só, para O Glorificarmos e Louvarmos. Não aprisionemos as Graças que o Senhor nos concede! É Ele mesmo que nos diz: «Sede Minhas testemunhas...» Só assim O glorificamos. Só pelo nosso testemunho, O levamos aos incrédulos, aos gentios. Não tenhamos medo de passar pelo discernimento para anunciarmos as Suas maravilhas com Justiça, Verdade e Alegria! Na Eucaristia, momento alto deste encontro, a 1ª leitura diz-nos: «Exulto de alegria no Senhor», no salmo:«a minha alma rejubila no Senhor», S. Paulo por sua vez exorta os Tessalonicenses, dizendo-lhes «Vivei sempre alegres» e, no Evangelho, S. João revelou-nos as palavras de S. João Batista: «No meio de vós, está Alguém que não conheceis». Hoje, sabemos todos. É Jesus Cristo!! «Quem és tu ?» perguntaram a João! «Eu sou uma voz que clama no deserto...» Na homilia, o Sr. Pe. Nuno chamou a nossa atenção para este texto. “S. João não diz «sou o que clama». Diz: «Sou uma voz». Nós, como S. João, somos chamados a ser a voz de uma Palavra Eterna que é Jesus Cristo.” Palavra que se faz presente, na ALEGRIA do EVANGELHO. Como presente, todos levamos para casa uma oração, para a noite de Natal, oração que tinha o propósito de ser rezada em família. Como reflexão: A vinda do Senhor, não se limita ao tempo de Advento! Também hoje, «Ele vem», por meio de cada cristão comprometido com o Reino de Deus.

E. C. - 12-1-2015

Colocado por Administrador em 12/01/2015


Ecos 2º Domingo Novembro 2014

Ecos do 2º Domingo de Novembro. Mais uma vez, o encontro foi de surpresa: Íamos entrando na sala, acolhidos com cânticos de animação, manifestando a alegria de em conjunto, nos reunirmos para louvar e bendizer o Senhor nosso Deus. Tudo seria normal, não fora, o facto, de encontramos a sala dividida! Estava-nos destinado o lado de cima! Mas havia razão para ser assim. A Simbologia vivida nesse Domingo estava ligada ao Tempo Litúrgico. Tínhamos passado o dia de Todos os Santos e dos Fiéis Defuntos. (que é a continuação lógica, da Solenidade de Todos os Santos). Através da dinâmica, fomos tendo consciência que, precisamos de purificar os nossos sentimentos, pensamentos e atos. E, simbolicamente, passamos por taças de Água Benzida, na qual lavamos a nossa iniquidade, ao molhar as mãos e rosto. À medida que íamos sendo purificados, passávamos para o lugar celebrativo onde tudo acontece, pela Graça. Recomeçamos com a oração de Louvor e escutamos o testemunho de uma mãe, que na morte dum filho, fez a experiência dum Sim à vida. Mostrando no seu testemunho, que é possível viver e fazer experiência de Deus, na comunhão de todos os Santos! Experiências que fortalecem a fé e tornam reais as palavras: «Deus Vem e Consola o Seu povo»! Demos graças ao Senhor e preparamo-nos para o momento alto da tarde: a Eucaristia. A eucaristia foi presidida pelo nosso assistente, Padre Nuno e concelebrada pelo Padre Tomás Borges, da Boa Nova. Celebramos nesse Domingo a Dedicação da Basílica de S. João de Latrão. Tema, pelo qual, o Pe. Nuno deu inicio à homilia. «Basílica de Latrão: O Culto em Espírito e verdade. É a catedral do Papa, como Bispo de Roma... Esta Basílica é, portanto, «a mãe e cabeça» de todas as Igrejas... Ao comemorarmos a dedicação desta Igreja, celebramos o mistério da única Igreja de Cristo. Basílica de Latrão, O Verdadeiro Templo. O lugar do culto a Deus. S. Paulo nos dizia na 2ª leitura: «O templo de Deus é santo, e esse templo sois vós» significa, que somos as pedras vivas deste templo.» Sobre o Evangelho que nos fala da expulsão dos vendilhões do templo, o Pe. Nuno diz-nos: « Quando perguntaram a Jesus: afinal quem és tu? Na resposta de Jesus está concentrado tudo o que é importante! «destrui este templo e em três dias Eu o edificarei.» S. João, o evangelista, coloca este texto logo no início do seu evangelho. É muito curioso isto! Estava próxima a Páscoa de Jesus, e Jesus subiu a Jerusalém. Certamente, como fazia todos os anos. É o inicio do Evangelho e vem imediatamente a seguir, ao milagre das bodas de Caná que foi o 1º sinal que Jesus realizou e os Seus discípulos acreditaram nEle. Jesus está em Caná da Galileia, faz o grande sinal da transformação da água em vinho, como quem diz: agora há vinho novo; há presença nova, há vida nova. Agora, Eu estou no meio de vós. E imediatamente a seguir Jesus subiu a Jerusalém. Vai para o templo e no templo, lugar de culto, de vida religiosa, onde lhe é pedido um sinal, ao qual Ele responde, que, o sinal que lhes dará, é a destruição do templo e que em três dias o recupera...) É o milagre da morte e ressurreição de Jesus, que acontecerá anos depois. Mas, desde já, no início do evangelho de S. João, os discípulos são convidados a acreditar na Sua Palavra. (….) É na intimidade, na aproximação, na destruição que a vida nos faz ver, em Jesus e com Jesus que nós morremos e ressuscitamos. É na participação deste corpo Eucarístico que na eucaristia comungamos, que nós vivificamos, com Jesus morto e ressuscitado! Como Jesus dizia à Samaritana: «já não são precisos templos, os verdadeiros adoradores, são os que Me adoram em espírito e verdade». Mas entre nós e enquanto peregrinos, os templos são a presença visível da casa do Pai. Do lugar onde Jesus habita e, na sua grandeza e magnificência, ou na sua pequenez e insignificância, eles têm a mesma marca do templo, destruído e reerguido. Da morte e ressurreição de Jesus. Oferecida, dada de presente a cada crente, a cada irmão. Por isso, edificamos igrejas, capelas e lugares de culto. Porque é aí que a nossa identidade por Jesus Cristo se torna presente em nós. Peçamos ao Senhor que não tenhamos medo de O abraçar e testemunhar. Peçamos ao Senhor a Graça de vermos na Sua igreja, a presença libertadora e edificante que em cada hora e cada momento necessitamos».

E. C. - 6-1-2015

Colocado por Administrador em 06/01/2015


35º Aniversário do Grupo de Oração Fermento é Esperança

No passado dia 14, o nosso grupo de oração “Fermento é Esperança” festejou 35 anos de vida. Como o Sr. Pe. Martins, pároco de Paranhos, frisou na introdução à Eucaristia, é já uma longa vida ao serviço da Igreja e dos irmãos pelo que se congratulou e nos incentivou a continuar sem desfalecimentos. A Eucaristia de ação de graças, ponto mais alto da nossa festa, foi presidida pelo pároco e concelebrada pelo assistente diocesano, Sr. Pe. Nuno. Na homilia, o Sr. Pe. Nuno, comentando a 1ª leitura, de S. Paulo aos Gálatas, alertou-nos para a atitude que ele, Paulo, reprovava aos cristãos vindos do judaísmo e que muitas vezes se verifica connosco, cristãos do seculo XXI: ficarmos presos à Lei, à ética moralista, cheia de regras, esquecendo a principal e única regra necessária , Amar ao jeito de Jesus, como homens criados para a liberdade. Jesus veio ensinar o Amor de Deus e não a Lei de Deus. É esta a nossa maior dificuldade, convertermo-nos constantemente em direção ao Amor de Deus. E finalizou, exortando-nos a pedir ao Senhor a força de nos deixarmos habitar pelo Espírito Santo e que o fermento continue a levedar o grupo, o Renovamento, a paróquia e o mundo. Seguiu-se um alegre convívio, animado pelo acordeão do Sr. Pe Martins, que pôs muitos irmãos a dançar. Aos celebrantes, aos membros da equipa de serviço presentes, ao coro do RCC que carinhosamente animou a nossa eucaristia, aos irmãos de outros grupos de oração, bem como outros irmãos da paróquia e de fora, agradecemos a sua presença na nossa festa e pedimos ao Bom Deus que os cubra das maiores bênçãos. A Ele é devida toda a Glória e todo o Louvor! Ámen!

Grupo de Oração Fermento é Esperança - 19-10-2014

Colocado por Administrador em 19/10/2014